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UMA PÁGINA PESSOAL

 

. Uma vida de músico
. Ler e escrever
.
Cacilda Borges Barbosa




LER E ESCREVER: CRÍTICA


. A Luneta Cética

As Noções de Justiça na Ficção Brasileira do Século XIX

Distante de nós em anos, e tão próximo em sensibilidade, o século XIX , através de uma produção literária vigorosa e apurada, vê a Justiça como valor e como instituição com ceticismo e desesperança. O reconhecimento dos ganhos políticos – a independência, os valores que então se denominavam liberais, a luta pela abolição – não trouxe consigo uma visão mais doce ou mais amena.

Inexiste, assim, no corpo da ficção brasileira do século XIX, o herói jurídico. Os juízes são personagens menores, os advogados interesseiros e mesquinhos, o mecanismo judicial menor e periférico. Nenhum personagem desse corpo de cultura satisfaria os requisitos do herói jurídico hollywoodiano


. Crítica Literária no Jornal do Brasil

Coisas que só se faz quando novo: contribuir ao Caderno Livros do Jornal do Brasil, contando de novas edições jurídicas, depois de best sellers, depois (pelo gosto do editor...) de obras mais sérias. De 1977 até 1983, foram muitas as ocasiões de dizer ao leitor o que eu imaginava ser de seu interesse. E me divertindo imensamente. Uns tantos dos textos, recuperados, vão nessa página. Lendo após vinte anos, ainda gostosos (para quem os fez...).

. EM Forster
. Vladimir Nabokov
. Drummond
. Truman Capote
. Darcy Ribeiro
. Lucien Nahum
. Wallace e Herzog
. Leon Uris, Driscoll e Michael Critchon
. George Markstein
. Walter Benevides
. J.M. Simmel
. Daphne du Maurier
. Salvador Dali
. Por que musica antiga?


. Da presentificação

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